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Celebrar o Dia Internacional da Floresta – 21 de março

Plantação de uma árvore

No Dia Internacional das Florestas, 21 de março, a equipa Eco-Escolas desenvolveu um conjunto de atividades para assinalar esta data tão importante.

A turma do 7º 2 foi até ao Centro de Arte Moderna da Gulbenkian (CAM) acompanhada pelas professoras Luísa Mântua e Raquel Silva, colaborar com as companhias Baileia e Mente de Cão no processo de pesquisa e criação do seu próximo espetáculo, inspirado nas florestas e nos seres reais e imaginados que a habitam.

O espetáculo Curupira – ternura selvagem convida-nos a olhar para a urgência da vida selvagem, que faz parte de todos nós, e praticar a constante cocriação de mundos que acolhem as nossas diferenças, interculturalidades, linguagens e comunicações. Os alunos aderiram à iniciativa com muito entusiasmo e foram muito participativos, tendo sido elogiados pelos elementos do projeto. Aqui ficam as imagens:

A turma do 8º 6, acompanhada pela professora Cláudia Duarte, associou-se à professora Adelaide Paixão, para receber a funcionária da Câmara Muncipal da amadora (CMA) que, este ano, como já vem sendo habitual, veio até à nossa escola para plantar uma alfarrobeira e uma oliveira. Foram lidas as mensagens dos cartazes elaborados pelo 9º 1 alusivos ao Dia Internacional das Florestas e os alunos colaboraram na plantação das espécies nativas oferecidas pela CMA.

Devido ao mau tempo, não foi possível realizar uma atividade de peddy paper para 20 alunos das diferentes turmas do 8ºano, no Parque das Avencas.

A Matemática no Centro de Arte Moderna da FCG

Troncos de várias alturas dispostos de forma aparentemente aleatória

As turmas do 9.º ano participaram numa visita ao Centro de Arte Moderna, onde tiveram a oportunidade de explorar as interligações entre ciência e arte, uma conexão presente ao longo da História e refletida no trabalho de diversos artistas que integraram princípios matemáticos nas suas criações.

Esta visita destacou-se por reforçar conteúdos abordados nos currículos escolares, ao mesmo tempo que introduziu conceitos habitualmente menos presentes na esfera curricular.

Os alunos também aproveitaram os jardins do museu para realizar sessões de desenho livre, estimulando a criatividade e a expressão artística num ambiente inspirador.

Uma experiência enriquecedora que promoveu o cruzamento interdisciplinar.