Desta vez, as Bibliotecas Escolares vêm partilhar alguns links onde podem ser ouvidas histórias para os mais pequenos, contadas por um grande contador de histórias… Rodolfo Castro!
Esperamos que gostem!
… as sobremesas estão quase a sair do forno!
Boa noite, de Pierre Pratt
O que mais podia pedir?
Um animalzinho de estimação
Iyoke és muito pequeno
A carta da Senhora Gonçalves
Até breve, As professoras bibliotecárias, Paula Bravo Sílvia Leite
Por aqui, deixamos um poema do grande poeta da nossa língua, musicado e cantado por outra grande figura portuguesa da música, José Afonso.
Esperamos que gostem!
Verdes são os campos
Verdes são os campos, De cor de limão: Assim são os olhos Do meu coração.
Campo, que te estendes Com verdura bela; Ovelhas, que nela Vosso pasto tendes, De ervas vos mantendes Que traz o Verão, E eu das lembranças Do meu coração.
Gado que pasceis Com contentamento, Vosso mantimento Não no entendereis; Isso que comeis Não são ervas, não: São graças dos olhos Do meu coração.
Luís de Camões
Bom feriado e até breve
Paula Bravo Sílvia Leite (professoras bibliotecárias)
As professoras de Físico-Química e Ciências Naturais e Formação Pessoal e Social do 8º ano iniciaram um projeto sobre o tabaco, cuja apresentação teria lugar numa sessão do PES Prevenção do Tabagismo nos dias 22 e 23 de abril. Apesar da pandemia, o trabalho continuou e apresenta-se agora o vídeo resultante.
O tabaco é responsável por muitas doenças e mortes, uma vez instalada a dependência, as pessoas têm muita dificuldade em abandonar o vício. Cabe às escolas encontrar forma de sensibilizar toda a comunidade educativa para os malefícios que o uso do tabaco provoca no organismo, para os fumadores passivos e ativos.
Neste sentido foram desenvolvidos trabalhos com os alunos abordando as seguintes temáticas/atividades: Doenças causadas pelo uso do cigarro. composição química do cigarro, produtos envolvidos na combustão do tabaco e construção de um simulador de um fumador.
Depois da prosa e do cinema, aqui vai uma prenda para os amantes da poesia. No site A Magia da Poesia encontram uma ótima seleção de poemas de autores consagrados. Este espaço, com mais de vinte anos e mais visitantes do que Portugal, pode ser visitado em A Magia da Poesia.
Para aguçar o apetite, deixamos um poema de Fernando Pessoa.
Na ribeira deste rio Ou na ribeira daquele Passam meus dias a fio. Nada me impede, me impele, Me dá calor ou dá frio. Vou vendo o que o rio faz Quando o rio não faz nada. Vejo os rastros que ele traz, Numa sequência arrastada, Do que ficou para trás. Vou vendo e vou meditando, Não bem no rio que passa Mas só no que estou pensando, Porque o bem dele é que faça Eu não ver que vai passando. Vou na ribeira do rio Que está aqui ou ali, E do seu curso me fio, Porque, se o vi ou não vi. Ele passa e eu confio.
Com música de Dori Caymmi e interpretação de Edu Lobo podemos ouvir este poema cantado!
Até breve, As bibliotecárias Paula Bravo Sílvia leite
Neste artigo publicado na Revista Prosa Verso e Arte (que vale bem a pena explorar porque são muito os conteúdos) podemos descobrir alguns factos incríveis por detrás de um grande livro como Cem anos de solidão, de Gabriel García Marquez, – um dos nossos preferidos – começado a escrever em 1965!
Até breve, As bibliotecárias Paula Bravo Sílvia leite
Abertura de procedimento concursal comum, com carácter de urgência, destinado ao preenchimento de dois posto(s) de trabalho no Agrupamento de Escolas/Escola Não Agrupada José Cardoso Pires na modalidade de relação jurídica de emprego público por tempo indeterminado, restrito a candidatos abrangidos pelo programa de regularização extraordinária de vínculos precários (PREVPAP).
Em 1946, logo depois da 2ª Guerra Mundial ter terminado, a Organização das Nações Unidas (ONU) criou o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), um órgão com o objetivo central de promover a defesa dos direitos das crianças em todo o mundo.
Quatro anos mais tarde, em 1950, a Federação Democrática Internacional das Mulheres sugeriu à ONU a criação de um dia dedicado às crianças. Nascia o Dia da Criança que, em Portugal, se comemora a 1 de junho.
Em Portugal, a comemoração deste dia começa em 1959, o mesmo ano da publicação da Declaração dos Direitos da Criança, uma Resolução da Assembleia Geral das Nações Unidas. A educação, a proteção e o socorro, o nome e a nacionalidade, a segurança social, o amor e a compreensão eram apresentados como direitos fundamentais das crianças. Infelizmente, ainda hoje não são reconhecidos em todos os países do mundo.
A todas as crianças que frequentam as nossas escolas, desejamos um dia feliz e, porque não nos vamos ver, queremos oferecer este pequeno poema de Fernando Pessoa:
Quando as crianças brincam E eu as oiço brincar, Qualquer coisa em minha alma Começa a se alegrar. E toda aquela infância Que não tive me vem, Numa onda de alegria Que não foi de ninguém. Se quem fui é enigma, E quem serei visão, Quem sou ao menos sinta Isto no coração.
A Resolução do Conselho de Ministros nº 33-C/2020, de 30 de abril, aprovou uma estratégia gradual do levantamento das medidas de confinamento, no âmbito do combate à pandemia da doença COVID-19. Faz parte do conjunto destas medidas a reabertura dos estabelecimentos de Educação Pré-Escolar, no dia 1 de junho de 2020.
Apresenta-se o Plano de Contingência Regresso à atividade letiva presencial da Educação Pré-Escolar, onde estão definidas as normas e os procedimentos que garantem a reabertura dos jardins-de-infância, no respeito pelas condições de segurança e higiene determinadas pela Direção Geral de Saúde e pelo Ministério da Educação.
À semelhança dos anos anteriores as Bibliotecas Escolares irão realizar a atividade Sobremesas Literárias, mas desta vez, a distância!
Neste desafio é solicitado aos alunos que, com o apoio dos professores e educadores, selecionem textos que refiram sobremesas ou ingredientes habitualmente utilizados na sua confeção.
Depois deste trabalho realizado em aula, é a vez de pedir a colaboração das famílias!
Escolham os cozinheiros, arregacem as mangas e confecionem a sobremesa correspondente aos textos escolhidos. No final, decorem a mesa e tirem uma fotografia do resultado final!
Como não nos será possível organizar a exposição na escola, faremos uma exposição virtual, publicando aqui no site os textos e as fotografias das vossas iguarias.
Os trabalhos terão que ser enviados até ao próximo dia 12 de junho, impreterivelmente. Desta vez, terão que o fazer para a educadora, o professor titular ou professora de Português, conforme o ano que frequentem.
Quanto maior a adesão, mais rico e diversificado será o resultado. Participem!